segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Até logo… até amanhã… até sempre…


Num abrir e fechar de olhos
Entre o sopro do vento
E o riso do mar
Num palco flutuante e hilariante
Assim como se o e vento
E o mar
Se unissem assim juntinhos
E par a par
A rir um riso que dói
Se despedissem
Como um girassol semi-aberto, semi-fechado
Com um até logo… até amanhã… até sempre…
Assim se despedem os Homens
Não os Homens comuns
Mas sim, os Homens que apaixonam
Que criam do simples
A mais bela obra de arte
Que fazem rir, chorar, que levam a pensar
Que acreditam num mundo melhor!
E assim, como um girassol semi-aberto, semi-fechado
Parte SOLNADO…

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